Uma revolução de carbono zero em duas rodas: isto é o que representa o sistema de compartilhamento de bicicletas que tem virado moda nas grandes cidades do mundo todo. E o segredo do sucesso não é o preço do aluguel (gratuito para os primeiros 30 minutos), mas sim na cobertura dos pontos de coleta e entrega das bikes. Só em Paris, são 1800 pontos. Um a cada 300m. Parece existir a cada esquina um ponto para pegar ou deixar uma bicicleta. O objetivo é fazer com que as pessoas utilizem as bikes para realizar trajetos médios e curtos, facilitando assim a retirada e entrega das magrelas. Após os 30 minutos de uso é cobrado um taxa a cada hora adicional. Assim, as pessoas utilizam a vontade e sempre deixam as bikes em um ponto, ao invés de acorrenta-la em um poste ou ficar pagando horas adicionais. As bicicletas estão sempre disponíveis ou rodando. Outro segredo da capital francesa é a adequação das ruas da cidade para os ciclistas. Quase todas as vias tem ciclovias pintadas. Nestes pontos, a prioridade é do cliclista, mesmo que muitas vezes eles tenham que disputar a faixa exclusiva de ônibus.

Já no Brasil, São Paulo e Rio de Janeiro já dispõem de sistemas de bikes compartilhadas. Por aqui, foram os bancos como Itaú e Unibanco que tomaram a frente e com ajuda das prefeituras, colocaram bicicletas a custo baixo. Por aqui, as ciclovias são mais escassas e o trânsito super agressivo, mas mesmo assim as bikes são super utilizadas.

Sistema de bikes compartilhadas em São Paulo
Sistema de bikes compartilhadas em São Paulo
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Velib, o sistema de bike sharing de Paris – uma estação a cada 300m da cidade.
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Bike share em Pequin
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Bike share em Shangai
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Bikeshare em Roma
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Bikeshare em New York
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Bikeshare em Montreal, no Canadá